quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Mariposas (III)

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Mariposas!
Tuas assas arranco!
Tua poeira inalo
e viajo,
vejo as coisas além,
mundos além,
de ruína e terror_
dentro de mim.
Despedaço-me.
Desfaço-me.
Desmonto-me.
Refaço-me.
Mensageiras!
Conselheiras!
É para a minha bile que se destinam_
tuas audazes sentinelas,
teus olhos de inseto,
que tudo percebem_
sem nada julgar.


Às vezes me pergunto porque o amor que busco escapa de mim,
foge, como se me odiasse.

2 comentários:

K disse...

Somos todos mariposas!?

Aa-dreano disse...

Não sei, mas cada vez que leio isso acho uma bosta =/

Uma hora acabo apagando o texto.